Se pretendes investir no imobiliário, toma nota: estas dicas vão ajudar-te a ter mais benefícios

Os seis pontos chave para fazer o melhor negócio / Gtres
Os seis pontos chave para fazer o melhor negócio / Gtres
13 fevereiro 2019, Redação

A habitação é, atualmente, o investimento da moda, graças ao crescimento da economia, o aumento dos preços de arrendamento, a reavaliação progressiva das propriedades e o boom do turismo.

De acordo com o IV Estudo de Casaktua, 10% dos espanhóis que estão, atualmente, à procura de uma nova casa própria investem no setor imobiliário. Estes  compradores são, geralmente, trabalhadores, entre os 45 e os 54 anos e com poupanças para o investimento entre 100.000 e 150.000 euros. Quanto às opções, para todos os entrevistados espanhóis, é melhor adquirir uma propriedade para, posteriormente, arrendá-la (33%), para investir no alojamento local (14%) ou para reabilitar e vender (12%).

Apesar de ser uma alternativa muito boa, o investimento no setor imobiliário exige conhecimento prévio do mercado e aconselhamento de especialistas do setor. Para ajudar durante o processo, Casaktua indica quais são os seis pontos chave para ter sucesso e obter maiores benefícios:

  • Ponderar as vantagens: comprar para arrendar ou comprar para vender? Adquirir uma propriedade para arrendar tem o benefício de ter uma renda mensal fixa e uma casa própria em reavaliação progressiva. Há também a opção de investimento no alojamento local, cujas vantagens são baseadas em rendas mais altas que as do arrendamento tradicional, com pagamento garantido (já que este, geralmente, é feito antecipadamente) e maior disponibilidade para o próprio usufruto. Por outro lado, o fato de comprar para vender, será caraterizado por um risco financeiro menor se for vendido a um preço mais alto e pela obtenção imediata de grandes lucros.
  • Escolher imóveis adaptadas ao objetivo do investimento: O tipo de imóvel a ser adquirido mudará de acordo com a opção de investimento. Casas mobiliadas com um ou dois dormitórios são ideais para arrendamentos de curta duração, como no caso de casas de férias ou casos associados a um alvo mais executivo e com mobilidade laboral. Para o arrendamento de longa duração ou uma venda subsequente, é melhor apostar em casas bem distribuídas, com 2 ou 3 quartos, exteriores, com elevador e garagem.
  • Opte por grandes cidades e zonas turísticas: no caso de comprar com a intenção de vender, é melhor optar por cidades como Madrid e Barcelona, onde o mercado é mais dinâmico. Como a habitação não cresce de forma uniformemente, também vale a pena apostar em capitais como Santa Cruz de Tenerife, Palma de Maiorca, Valência, Málaga, Alicante, Pamplona, Guipúscoa ou Múrcia, áreas que estão a gerar muito interesse. A localização também é importante no investimento para arrendamento. Madrid, Barcelona ou San Sebastián são as cidades mais caras. As zonas mais turísticas, como a Costa del Sol, também são uma opção a ser avaliada nos dois tipos de investimento, devido ao crescimento da demanda por segundas residências em áreas de praia e à proliferação de arrendamentos durante períodos de férias.
  • Apostar em áreas consolidadas: O ideal é procurar casas em bairros consolidados com preços acessíveis, alta demanda de arrendamento, boa comunicação e serviços próximos. Em Madrid, por exemplo, os bairros que fazem fronteira com a M30 são uma opção interessante. Também é uma boa ideia apostar em grandes centros de negócios ou áreas universitárias, que têm sempre alta demanda. No entanto, a melhor alternativa é o centro da cidade, associado a investimento inicial muito maior.
  • Imóveis em bom estado: No caso do arrendamento, é importante ter em conta que a propriedade tem que estar em boas condições para atrair inquilinos. Se queres reabilitar após a compra, deves garantir que o preço de compra é suficientemente baixo e que a propriedade não apresenta uma distribuição complicada. Só assim será um negócio acessível. O custo médio de uma reabilitação total pode rondar os 450-500 euros/m2 e, também é importante considerar o estado do prédio para não encontrar problemas inesperados.
  • Como calcular a rentabilidade?: Para estimar o investimento inicial devem ser somados ao preço de compra, os impostos, as despesas operacionais e o desembolso para a preparação da casa (pintura, eletrodomésticos, móveis, reabilitações, etc.). Tendo essa informação, já podes calcular a rentabilidade.
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